Paula Nadal (paula.nadal@fvc.org.br)
A Síndrome de Williams é uma desordem no cromossomo 7 que atinge
crianças de ambos os sexos. Desde o primeiro ano de vida, essas crianças
costumam irritar-se com facilidade - boa parte tem hipersensibilidade
auditiva - e demonstram dificuldades para se alimentar. Problemas
motores e falta de equilíbrio também são comuns - demora para começar a
andar, incapacidade para cortar papel, amarrar os sapatos ou andar de
bicicleta, por exemplo. Por outro lado, há um grande interesse por
música, boa memória auditiva e muita facilidade na comunicação. Pessoas
com essa síndrome sorriem com frequência, utilizam gestos e mantêm o
contato visual para comunicar-se.
Problemas cardíacos, renais e otites frequentes costumam acometer
crianças com essa síndrome. Por isso, é importante manter um
acompanhamento clínico para evitar o agravamento de doenças decorrentes.
Na adolescência, escolioses também podem aparecer.
Como lidar com a Síndrome de Williams na escola?
A sociabilidade não é um problema para crianças com Síndrome de Williams. Mas é preciso tomar cuidado com a ansiedade desses alunos. Geralmente eles se preocupam demais com determinados assuntos. Conte com o apoio do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e respeite o tempo de aprendizagem de cada um.
A sociabilidade não é um problema para crianças com Síndrome de Williams. Mas é preciso tomar cuidado com a ansiedade desses alunos. Geralmente eles se preocupam demais com determinados assuntos. Conte com o apoio do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e respeite o tempo de aprendizagem de cada um.
Atividades com música atraem a atenção dessas crianças, tanto pela sensibilidade auditiva, quanto pela boa memória.
Também é comum que crianças com síndrome de Williams procurem fazer
amizades com adultos e não se aproximem tanto das crianças da mesma
idade. Estimular o contato do aluno com os colegas, portanto, é
fundamental para o desenvolvimento escolar.
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